Proteger o patrimônio da inflação significa evitar que o dinheiro ou os bens percam poder de compra com o tempo. Em outras palavras, é buscar formas de investir ou aplicar recursos que cresçam acima (ou pelo menos igual) à taxa de inflação. Aqui estão algumas estratégias:
Investimentos Atrelados à Inflação
- Tesouro IPCA+ (NTN-B): títulos públicos que pagam a inflação + uma taxa fixa de juros. Protegem diretamente o poder de compra.
- Debêntures incentivadas indexadas ao IPCA: pagam juros acima da inflação, com isenção de IR para pessoa física.
- Fundos de inflação: compram esses títulos e oferecem diversificação.
2. Renda Variável
- Ações de empresas sólidas: principalmente companhias que conseguem repassar preços ao consumidor (como energia, bancos e commodities).
- Fundos imobiliários (FIIs): muitos contratos de aluguel são corrigidos pelo IPCA ou IGP-M.
- ETFs e BDRs internacionais: expõem o investidor a economias e moedas fortes, como dólar ou euro, protegendo contra inflação local e desvalorização cambial.
3. Imóveis
Bens reais (como terrenos e imóveis) tendem a se valorizar no longo prazo e os aluguéis geralmente são corrigidos pela inflação.
4. Commodities
- Ouro, prata e outras matérias-primas funcionam como proteção em cenários de inflação alta ou instabilidade econômica.
- Fundos de ouro ou ETFs são alternativas mais práticas do que comprar metal físico.
5. Diversificação Internacional
- Ter parte do patrimônio em moeda forte (como dólar) ajuda a proteger contra a inflação e desvalorização do real.
- Investimentos internacionais via corretoras brasileiras (ETFs, fundos globais, BDRs).
6. Negócios e Ativos Produtivos
Empreendimentos, participação em empresas ou qualquer ativo que gere fluxo de caixa corrigido pela inflação.
Resumo da estratégia prática:
- Curto prazo → Tesouro IPCA+, CDBs atrelados ao IPCA.
- Médio prazo → Fundos imobiliários e ações de empresas resilientes.
- Longo prazo → Diversificação internacional, imóveis e ouro.
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