Investir em tempos de crise exige mais cautela, mas também pode abrir boas oportunidades. O segredo é priorizar segurança, diversificação e liquidez. Aqui estão algumas estratégias:
Passos para investir com segurança em tempos de crise
1. Monte uma Reserva de Emergência
* Antes de qualquer investimento, tenha de 6 a 12 meses de despesas guardados em aplicações seguras e de liquidez diária.
* Onde colocar?
- Tesouro Selic (LFT)
- CDB de liquidez diária de bancos sólidos
- Fundos DI de baixo custo
2. Priorize Ativos de Renda Fixa Seguros
* Em crises, renda fixa ganha força.
* Boas opções:
- Tesouro Direto (Selic e IPCA+) → protegidos pelo governo.
- CDBs, LCIs e LCAs de bancos confiáveis → até R$ 250 mil são garantidos pelo FGC.
- Debêntures incentivadas (para diversificação, mas só de empresas sólidas).
3. Diversifique seus Investimentos
* Não concentre em apenas uma categoria.
* Exemplo de carteira em crise:
- 60–70% Renda Fixa segura.
- 15–20% Ações (empresas resilientes: energia, saúde, consumo básico).
- 10–15% Fundos Imobiliários (setores como logística e renda residencial).
- Pequena parcela em ativos internacionais (ETFs no exterior ou fundos globais) → proteção contra desvalorização do real.
4. Invista em Setores Resilientes
Mesmo em crises, alguns setores continuam fortes:
- Energia elétrica, saneamento e telecomunicações → serviços essenciais.
- Saúde e farmácia → sempre demandados.
- Consumo básico (alimentos, bebidas, higiene) → dificilmente caem muito.
5. Mantenha Liquidez
* Em crise, as coisas mudam rápido. Tenha parte da carteira em investimentos de fácil resgate.
6. Evite Movimentos Emocionais
* Crises trazem volatilidade, mas quem vende no pânico pode perder.
* Se for investir em ações, escolha empresas sólidas e pense longo prazo.
7. Considere Fundos Multimercado Conservadores
* Alguns fundos conseguem se proteger bem em crises, diversificando entre renda fixa, câmbio e juros.
Resumindo:
Em tempos de crise, foque primeiro em proteger o capital e preservar liquidez. Depois, use uma parte menor para aproveitar boas oportunidades que crises oferecem em ações e fundos imobiliários.
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